Doctor Who?

Com o fim da sétima temporada de Doctor Who, resolvi listar meus episódios favoritos das temporadas do ‘new who’. Ainda não vi muito do clássico, podem me xingar, mas comecei a ver há pouquíssimo tempo aproveitarei o intervalo até o episódio de 50 anos para me informar de tudo.

Então, aqui vai, meus episódios favoritos:

Season 1

Episódio 2: The End of the World

Eu gosto muito do primeiro episódio, mas foi este segundo que me convenceu a ver a série. Os aliens, a Terra explodindo,  Britneys Spears tocando… tudo! E aqui é quando começamos a nos apegar aos personagens e o relacionamento deles começa a ser criado.

Episódio 6: Dalek

Até o ‘Asylum of the Daleks’, essa foi a única vez em que eu fiquei com medo dos Daleks. E era um só. Funciona de uma forma perfeita, mostrando um outro lado do Doutor com um outro lado do Dalek e acho que é nesse momento em que a Rose começa a realmente influenciar o Doutor de verdade. Eu fiquei com dó do Dalek, coitado. E aquela cena da escada é uma das melhores de todos os tempos.

Episódio 8: Father’s Day

Quando fala em viagem no tempo, a primeira coisa que vem na nossa cabeça é a ideia desse episódio: voltar pra salvar alguém que amamos. O paradoxo lá, não poder tocar em si mesma, e o Doutor fazendo um sacrifício. Eu gostei bastante.

Episódio 9/10: The Empty Child/The Doctor Dances

Assustador. Credo, nunca mais quero ver uma máscara de gás ou ouvir a frase ‘are you my mommy?’ na minha vida. E, além de assustador, são dois episódios muito bonitos e emocionais. E a apresentação do Capitão Jack! Adoro ele!

Episódio 11: Boom Town

Talvez seja o meu favorito da primeira temporada. Essa história de reality shows do mal no futuro que matam pessoas. O Doutor saindo o Big Brother daquele jeito, quebrando a câmera e todo sorridente. O Jack sofrendo uma transformação e a Rose no programa de perguntas e respostas. Amei muito esse episódio.

Season 2

Episódio 1: New Earth

Porque esse é, de verdade, o primeiro episódio do 10th e ele faz, realmente, o papel do Doutor aqui. O mundo parece mais expandido também, a cidade, o hospital, tudo parece maior e acho que dá o tom da nova temporada e do novo Doutor. Ele curando todo mundo é puro amor.

Episódio 7: The Idiot’s Lantern

Coisas saindo ou entrando na televisão me assustam, então eu quase morri vendo esse episódio. Sem contar que tem aquela história de ‘a tv vai comer seu cérebro’ e aqui é literalmente. Eu gostei muito do fato de que foi a Rose quem descobriu o que estava acontecendo e do Doutor se juntar com o menininho pra resolver os assuntos.

Episódio 8/9: The Impossible Planet/The Satan Pit

Quando eu percebi que iam falar dessa história de diabo, demônio, coisa ruim, fiquei meio cética. Mas os dramas pessoais, os personagens (que tiveram só dois episódios pra se desenvolverem) me cativaram. E nesses episódios a química entre o Doutor e a Rose está praticamente explodindo. É a apresentação dos Ood também, eu adoro os Ood… tadinhos!

Episódio 11: Fear Her

Um dos meus favoritos de todos os tempos. Não é épico, enorme, gigante como alguns. Na verdade se passa quase todo no quarto de uma menininha solitária. Tocou meu coração, de verdade. Além de assustar, quer dizer, a menina prendendo todo mundo, credo. E nem era a menina, era um alienzinho criança assustado! Tadinho! E, de novo, é a Rose quem resolve as coisas. Eu gosto quando as acompanhantes do Doutor mostram que não dependem dele pra tudo.

Episódio 12/13: Army of Ghosts/Doomsday

Ai, credo, nem quero comentar. Muito, muito emocional. Demais. É aquele tipo de coisa que, para a história, tem que acontecer, porque isso é uma boa história! Mas, como fã e pessoa extremamente apegada a personagens fictícios, eu só queria um final feliz! A última cena da Rose com o Doutor é de partir o coração… os dois!

Season 3

Episódio 2: The Shakespeare Code

Eu amo Shakespeare, então já fui toda feliz ver o episódio. E misturar coisas das obras dele, como as bruxas, foi genial. Sem contar as piadas de referências de obras futuras e o tema geral do episódio: o poder das palavras. Eu não poderia deixar de gostar.

Episódio 3: Gridlock

Sério, esse episódio me deixou impressionada pela quantidade de ideias futuristas geniais. Um engarrafamento que nunca acaba, adesivos de emoções… muitas vezes a ficção científica fala dos nossos dias fingindo que é futuro, e esse episódio fez exatamente isso. Eu amei, acho que é o meu favorito da terceira temporada.

Episódio 7: 42

Não é o mais profundo episódio, mas é muito divertido. Ação do começo ao fim. A contagem de tempo me lembrou ’24 horas’, mas os perigos aqui, por incrível que pareça, eram piores. Aquela cena da Martha e do menino se preparando para morrer é uma das melhores. Eu chorei quando vi a primeira vez.

Episódio 8/9: Human Nature/The Family of Blood

Outros dois em que a história é simplesmente uma ideia muito boa. A montagem do primeiro é confusa, mas precisa ser assim pra a surpresa ser melhor. E ver o Doutor humano é algo que todo mundo devia imaginar… confesso que fiquei decepcionada, ele chorando e sendo covarde… bom, mas ele era somente humano, né? E quando ele volta a ser o Doutor é um daqueles momentos em que você sorri pra a televisão e quase dá soquinhos no ar de alegria.

Episódio 10: Blink

Perfeito. Simplesmente um dos melhores episódios de todos os tempos de todas as séries de todos os universos. Não diria que é o meu favorito por conta da ligação emocional que tenho com outros, mas os anjos lamentadores são definitivamente os melhores/piores vilões da série e a forma com que a história vai se montando aqui, até ficar redondinha no final, é brilhante. É um episódio muito, muito especial. Uma das melhores obras de ficção científica que já vi.

Season 4

Episódio 1: Partners in Crime

Eu amo a Donna, eu amo a química dela com o Doutor, eu amo como eles podem ser engraçados juntos. Depois de uma temporada melancólica como a terceira, era preciso algo mais leve e a Donna é perfeita pra isso. Aquela cena deles se vendo pelo vidro é maravilhosa, e o final com ela levando um monte de roupas pra a Tardis. Perfeito. Sem contar que a pessoa que vai sem spoilers quase morre do coração nos últimos momentos, né?

Episódio 3: Planet of the Ood

Eu amo os Ood, eu fiquei com tanta dó deles e aqui a Donna ganhou, definitivamente, o meu coração. Eu arrisco dizer que o 10th é o mais humanos dos três Doutores na série nova, mas perto da Donna ele parece tão frio… porque ela é completamente coração. E ver alguém libertando os Ood era o que eu queria desde a primeira vez que eles apareceram.

Episódio 6: The Doctor’s Daughter

Eu não achei que fosse, mas amei a Jenny. Achei que ela foi muito bem desenvolvida no pouco tempo em que teve para aparecer e eu realmente queria que ela tivesse ido viajar com o Doutor (tragam a Jenny de volta, por favor!). Sem contar que todo o episódio é muito sci-fi distopia do jeito que eu gosto: uma guerra que nunca termina, gente que não sabe de nada, o mundo na merda. E aquela cena do confronto final é perfeita.

Episódio 9/10: Silence in the Library/Forest of the Dead

Cruzes. Outro que dá muito medo, especialmente o segundo. Tem aquela coisa legal de ‘o que é real e o que não é?’ usando uma criança (medo!) e aquele negócio das sombras e da caveira (medo e medo!), depois os mortos falando, credo. Talvez por ser assustador seja um dos mais legais. Sem contar que é, até hoje, a melhor aparição da River Song… pena que seja sua última… ou não, talvez, de certa forma…

Episódio 10: Midnight

Não tem a Donna quase, e isso é ruim, mas o episódio é muito bom. Os personagens, de novo, te conquistam em pouco tempo, formam um grupo estranho e, quando acontece a merda, começa aquela história de ‘quem vai ser o primeiro a acabar com tudo?’. Ah, e eu nunca mais vou conseguir imitar ou ouvir ninguém imitando uma pessoa. Muito medo.

Episódio 11: Turn Left

Eu amo a Donna e a Rose, quando elas se encontram é muito amor. E a história desse episódio é tão triste, tão pesada… as interpretações são perfeitas, chega a doer. Também usa algo que eu gosto, o ‘e se eu tivesse feito isso e não aquilo’, pra mostrar um mundo em que a Donna nunca encontrou o Doutor e tudo é tão triste, e ela é tão triste… ah, nem gosto de lembrar. Muitas lágrimas quando a Rose fala pra a Donna: “Você é a mulher mais importante de toda a Criação”.

Episódio 12/13: The Stolen Earth/Journey’s End

Eu acho que esses episódios foram bem feitos pra satisfazer os fãs. E também porque o showrunner estava saindo, e ele meio que fechou uma era. Mas juntas todas os acompanhantes para combater os Daleks, depois colocá-los juntos na Tardis para trazer a Terra de volta para casa e, no fim, ainda dar um ‘mais ou menos’ final feliz pra a Rose e o Doutor. É, foi pra agradar os fãs. Comigo funcionou.

Especiais: Planet of the Dead/The Waters of Mars/The End of Time

Confesso que fui ver esses três especiais com um pouco de preguiça, mas amei cada segundo de cada um deles. Sério. E também amei como o Doutor vai ficando cada vez mais triste, melancólico e amargo com suas perdas, acho que foi um bom jeito de armar a regeneração. A cena em que ele fala ‘eu não quero ir’ é de partir o coração. Eu chorei, claro. O 10th era o MEU Doutor… ainda é!

Season 5

Episódio 1: The Eleventh Hour

Tem gosto de novo. Tudo novo. Novo Doutor, nova acompanhante, novo mistério. Por mais que eu amasse o 10th, não tem como não gostar do 11th. Acho que foi um episódio perfeito pra arquitetar o relacionamento dele com a Amy, que se mostra muito bem desenvolvida em um episódio, na verdade. A gente consegue saber muito bem quem ela é lá no fim. E a cena em que ele faz os aliens correr só falando quem ele é, aquilo é clássico!

Episódio 2: The Beast Below

Bonecos do mal em vitrines, credo, muito medo. Mas eu fiquei emocionalmente envolvida com a história da baleia espacial e no final eu estava lá, chorando que nem boba. Adoro o universo desse episódio. Naves-países é algo que eu não tinha pensado, mas faz todo o sentido. E o abraço no final parece que transforma, de verdade, o 11th no Doutor e a Amy em sua acompanhante.

Episódio 4/5: The Time of Angels/Flesh and Stone

Toda vez que os anjos lamentadores aparecem eu me borro de medo. A essa altura eu já amava a Amy e fiquei morrendo por causa dela, especialmente quando ela começou a fazer a contagem. Que medo! E naquela parte em que ela tem que andar por eles de olhos fechados, credo, muita dó! Acho que o que eu mais gostei nesses episódios foram isso, as coisas assustadoras e do mal que sempre aparecem junto com os anjos.

Episódio 8: Amy’s Choice

Episódio de sonho! Em dobro! Eu sou fã de Alice, então não tinha como não gostar desse! E foi quando comecei a gostar de verdade do Rory também… quando ele morre (pela primeira vez? segunda?). Eu adorei a resolução, de que as duas realidades eram sonhos. Não tinha pensado nisso enquanto assistia! E aquele Dream Lord ser a parte escura do Doutor foi uma excelente escolha, ele fala umas coisas bem duras para todos eles…

Episódio 10: Vincent and the Doctor

Com certeza na lista dos meus favoritos de todos os tempos. Outro exemplo de como um personagem pode aparecer em um só episódio e ser bem explorado, conquistar quem assiste. Eu sempre choro no final, não importa quantas vezes eu veja. E, mesmo sabendo que o Van Gogh se matou na realidade, também fico triste como a Amy quando descubro que ele se matou ‘apesar de tudo’… as coisas boas não apagam as coisas ruins, mas as coisas ruins também não apagam as coisas boas.

Especiais: A Christmas Carol

Primeiro episódio de Natal que eu gostei de verdade (o seguinte a esse, achei um porre). Tem aquela aura de conto de fadas, peixes voando na névoa, pessoas congeladas, um tubarão levando um trenó. Além de ser uma brincadeira com aquela coisa do fantasma do passado, presente e futuro. Tocante e visualmente maravilhoso.

Season 6

Episódio 1/2: The Impossible Astronaut/Day of the Moon

As maluquices acima do normal me venderam o episódio. Ele morrendo, depois aparecendo, voltando no tempo e aquele Silêncio do mal que até hoje me dá pesadelos. Sem contar o astronauta e a menininha perdida (a cena em que ela encontra a Amy deu na cara pra matar a charada, vai?). Mas a melhor de todas as cenas é aquela da Amy dentro do quarto e aí vendo que deixou gravado um aviso, depois está cheia de marcas. Credo, eu fiquei quase de pé vendo aquilo. Muito medo.

Episódio 3: The Doctor’s Wife

O primeiro episódio escrito pelo Neil Gaiman e é perfeito. Ele personifica a Tardis e constrói uma relação de marido e mulher entre ela e o Doutor completamente verossímil e hilária. Dá até pena quando ela volta pra a caixa azul de sempre e ele fica sozinho lá, esperando um sinal de que ela ainda está lá. Fofo.

Episódio 5/6: The Rebel Flesh/The Almost People

Eu gostei porque esse tema de o que são pessoas, humanos, como se dá a humanidade e tal me interessa muito. Quando começaram a lidar com clones eu já pensei que iam tocar nesse assunto. E eu acho que foi muito bem desenvolvido, os questionamentos estavam lá e as emoções… sem contar que dois Doutores são melhores que um só!

Episódio 10: The Girl Who Waited

Começa a tocar nessa história da fé da Amy no Doutor e em que como ela o enxerga como um Deus. Mas é mais sobre a relação dela com o Rory, e é tão bonito e triste. Eu fiquei muito triste no final, pela Amy mais velha, ao mesmo tempo que eu queria de volta a Amy mais nova. Episódio que mistura muito bem o lado das maluquices sci-fi com o coração da série, que é o relacionamento entre os personagens.

Episódio 11:  The God Complex

Aqui o assunto é fé e medo, e como nos agarramos em algo que temos fé (seja lá o que for) quando encaramos nosso maior medo. O Hotel do Mal me assustou, especialmente porque cada pessoa tinha uma porta (menos o Rory, aliás, que foi genial só ter a saída) com seu maior pesadelo escondido. E eu queria ter visto o do Doutor! Sacanagem nos mostrarem. Partiu meu coração ver o pesadelo da Amy e assistir o Doutor tentar quebrar a fé que ela tinha nele para poder salvá-la.

Season 7

Episódio 1: Asylum of the Daleks

Muito bom início de temporada (que é irregular, diga-se de passagem). Os Daleks histéricos deram medo de novo (por um tempo eles eram meio piada, vai?) e a história da Oswin (Clara) seria perfeita se fosse só aquilo, sabendo que não é, fica ainda mais empolgante. O final é ótimo, com os Daleks gritando ‘Doctor Who? Doctor Who?’.

Episódio 4: The Power of the Three

Eu adoro a Amy e o Rory, por isso achei muito legal ter um episódio em que o Doutor se encaixa na vida deles e não o contrário. E também porque esse episódio mostra muito bem como eles evoluíram e como essa vida dupla de mundo real e viagens está começando não só a criar conflitos, mas a cansá-los. E dá pena, porque é óbvio que eles não querem largar tudo por causa do Doutor, e o Doutor indo ficar com eles é muito fofo também. Ele jogando Wii é uma das melhores coisas do mundo.

Episódio 5: The Angels Take Manhattan

Eu acho que todos os episódios dos anjos entram na minha lista. Esse me fez quase arrancar o couro cabeludo de medo, especialmente naqueles primeiros minutos! Como é que se começa um episódio já com aquela bomba? Eu quase morro. E, emocionalmente falando, foi a despedida dos Pond e eu torci tanto para que eles não morressem e não se separassem. Nenhuma dessas coisas aconteceu, mas ainda assim foi triste. Especialmente quando a Amy faz a sua escolha e o Doutor fica desesperado. O monólogo dela no final é uma das coisas mais lindas da série. Ela pedindo pra ele ir visitá-la quando criança e contar as coisas maravilhosas que ela irá fazer… só de pensar já me emociono.

Episódio 6: The Snowman

Outro especial de Natal que gostei, com cara de conto de fadas e com a reapresentação da Clara. Não tem como não amá-la nesse episódio, e a química dela com o Doutor é instantânea. Sem contar o trio Strax, Vastra e Jenny, que mereciam uma série só deles de tão hilários que são. E a imagem da Tardis sobre as nuvens é perfeita demais, com a escadinha. E a Clara morre de novo! DE NOVO! Pra depois aparecer nos dias atuais viva!

Episódio 7: The Bells of St John

Fazia tempo que a série não tinha um episódio em Londres atual, então meio que dá um susto quando começa. Mas o que eu mais adorei foi mesmo a construção do relacionamento da Clara com o Doutor, ele sabendo muito mais sobre ela (mas sem dizer) e tentando resolver o mistério, e ela sem entender o que esse cara maluco com uma caixa azul estava fazendo seguindo ela. Os dois trabalham muito bem juntos e esse episódio é meio que o começo de algo novo. Toda vez que troca a acompanhante parece que fica tudo novo.

Episódio 13: Nightmare in Silver

Eu não fui muito fã dos episódios entre o 7 e o 13, gostei mais de uns que dos outros, mas nenhum me conquistou de verdade… até esse. Mais um escrito pelo Neil Gaiman e ele fez o Cybermen ficarem muito do mal e assustadores. Sem contar que a Clara tomou um papel mais ativo, os personagens secundários são todos ótimos e o Doutor joga xadrez com uma versão dele mesmo dominada por um cyberman. Ah, e tudo se passa num planeta parque de diversões de diversões desativado! Não tem como ficar mais macabro que isso.

Episódio 14: The Name of The Doctor

Essa metade final da sétima temporada foi extremamente irregular, com alguns episódios muito chatos de verdade, mas que final! Quase fiquei sem respirar durante os quarenta e poucos minutos, a explicação para o mistério da Clara não só foi satisfatória como pastante emocionante, os personagens secundários roubaram a cena, os monstros deram medo e aquele fim… só dá pra falar uma coisa: 23 DE NOVEMBRO, CHEGUE LOGO!

Advertisements
Tagged , ,

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: