Atualização: Seriados, videogame, deus, família e belas, recatadas e do lar

Parei de postar aqui por um tempo porque estou finalizando o meu romance, e aí ele está tomando todo o tempo que paro para escrever. Ainda assim, quis fazer uma pausa só para não deixar o blog completamente abandonado.

Sobre o que estou assistindo

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Supergirl: Essa semana terminou a primeira temporada de Supergirl e eu já estou na torcida por uma segunda. Esse seriado foi uma grande surpresa, porque eu comecei a ver só por conta da completa falta de heroínas nessa onda de histórias de super-heróis em filmes e na tv, e acabei virando muito fã. Maior trunfo da série é a protagonista, que é complexa o bastante para ser interessante ainda que represente a ideia de heroína perfeita, ícone de tudo o que é bom e certo. Recomendo para todo mundo que se interesse por heróis e também para quem está cansado de ver as histórias das personagens femininas serem todas em torno de homens. Aliás, o relacionamento entre a Kara e sua irmã adotiva, Alex, é tão lindo que rivaliza com a Jessica e Trish em Jessica Jones.

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Torchwood: Aproveita enquanto a gente ainda tem internet para assistir a terceira temporada de Torchwood, que voltou para o Netflix recentemente. É um spin off de Doctor Who, protagonizado pelo Capitão Jack Harkness (um dos meus personagens favoritos), sobre uma organização fundada pela família real britânica para cuidar de possíveis ameaças extraterrestres. As primeiras temporadas não me convenceram e eu não recomendaria para quem não é fã do universo, mas a terceira é brilhante e deveria ser vista por todo mundo. É uma minissérie de 5 capítulos chamada Children of the Earth que tem uma história fechada e pode ser entendida até por quem não tem muito conhecido de Doctor Who ou Torchwood. Gira em torno de uma crise global iniciada quando uma ameaça alienígena ameaça destruir a Terra se não lhe forem entregues 10% das crianças terráqueas. É bem pesada, bem tensa e realista. Assisti tudo de uma vez e, quando vi que estava disponível de novo, fiquei morrendo de vontade de ver novamente (provavelmente vou rever depois de assistir Miracle Day, a quarta temporada, que ainda não vi).

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Orphan Black: Dois episódios dentro da quarta temporada, estou muito feliz em dizer que Orphan Black volta às raízes e começa a resolver o universo ao invés de expandir ainda mais e complicar ainda mais. Eu gostei da terceira temporada, mas achei que a parte militar e os clones Castor foram desnecessários. O que faz Orphan Black ser Orphan Black são os temas feministas e, apesar de caber perfeitamente o debate levantando pelos Castor sobre mascunilidade tóxica usada como arma, a série sempre fica melhor quando se concentra no seu principal trunfo: Tatiana Maslany. Vou fazer a Glória e dizer que ainda não tenho como opinar sobre essa temporada, mas estou apaixonada pela clone nova que apareceu: M.K., ou Mika. O que eu mais quero é que ela e a Cosima se conheçam, virem amigas e joguem videogames juntas (faz acontecer Orphan Black, por favor, nunca te pedi nada!). Ps: #SaveDelphine


Sobre o que estou jogando

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Hyrule Warriors Legends: Comprei assim que saiu, por motivos de apaixonada por Zelda, e não joguei outra coisa desde então (até pausei o Fire Emblem). É tão divertido de jogar, e tem umas coisas inesperadas, tipo ser o Ganondorf e vencer o Link e a Zelda para conquistar Hyrule. E, como cerejinha do bolo, é a apresentação da Linkle, que poderia até ser uma Sra. Personagem Masculino, mas para mim tem carisma e história próprios. Faça um jogo dela, Nintento!


Sobre deus, a família e as belas, recatadas e do lar

Assisti à votação na câmara no último domingo e, como todo mundo, fiquei horrorizada. Aposto que o cu dos deputados ficou com inveja da boca deles, porque nunca viram sair tanta merda assim de uma vez só. Citar deus, nomes de familiares e homenagear torturadores numa votação que deveria julgar pedaladas fiscais já deixa bem claro que todo esse circo não passa de um golpe.

A Veja, que nunca pode deixar a gente esquecer de sua miserável existência, ainda me solta a reportagem do Bela, Recatada e do Lar para completar a palhaçada toda. Pelo menos isso serviu como piada para todo mundo e para deixar bem claro que não se pode mais ser machista sem causar uma enorme onda de protestos.

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