Adrien Miéville Kong

O macaco japonês ouvindo música francesa na Estação Pedido

Eu estou enrolada escrevendo uns projetos e por isso não deu para postar nas últimas semanas. Isso e, claro, teve aquele negócio de Olimpíadas que eu preciso assistir de 4 em 4 anos, porque é a única chance que tenho de ver tênis de mesa na televisão. Aliás, nenhuma surpresa na modalidade: china levou 4 de ouro e 2 de bronze, como sempre. E esse ano era um em que poderia ser possível acabar com o domínio deles… pelo menos em teoria, mas na prática eu acho que serão necessárias mais algumas décadas de treino para tentar chegar no nível dos mesatenistas chineses.

Então, vou fazer um post rápido de atualização só para não deixar algumas coisas passarem batidas.


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Sobre o que estou ouvindo: vou aproveitar esse espaço para indicar um artista que adoro e que pouca gente conhece. O nome dele é Adrien Gallo, é francês e foi o frontman da banda BB Brunes (que até fez um relativo sucesso pra uma banda que não canta em inglês). Eu descobri no ano passado que ele lançou um álbum solo e, desde então, cada vez que escuto me apaixono mais e mais. É bem diferente do BB Brunes, que era rock maluco com guitarras e gritos. O Adrien solo é tão suave que nem parece a mesma voz. Todas as músicas do disco são praticamente sussurradas e fica claro que ele foi em outro armário de referências, um que lembra aquela ideia mais clichê que vem na nossa cabeça ao pensar em música francesa. Eu não uso ‘clichê’ como algo ruim aqui, até porque não é como se a nossa exposição à música francesa fosse grande o suficiente para que ela pudesse se tornar um clichê, mas sim uma passagem para o que conhecemos dessa língua e cultura.


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Sobre o que estou lendo: já li a primeira metade de Estação Perdido, do China Miéville, e estou gostando muito. É o segundo livro dele que leio e nas duas obras o que me impressiona bastante é a criação do universo. Os locais, nesse caso as cidades, criadas pelo China Miéville são vivos. Você lê e você enxerga, você sente, cheira e sente o gosto. No caso de Estação Perdido, para deixar ainda mais brilhante, ele ainda aproveita um universo fantástico para fazer comentários sobre a nossa sociedade e nossa relação com que quem é diferente.


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Sobre o que estou jogando: aquela musiquinha do Donkey Kong que eu nem sabia que me lembrava me fez voltar a ser criança assim que começou a tocar na abertura de Donkey Kong Country Returns, para o Nintendo 3DS. Eu comprei o jogo justamente pela nostalgia e, até o momento, ele está indo além das expectativas. Mas tem que ter muita paciência viu, eu acho que tinha reflexos mais rápidos quando era criança, porque já morri umas vinte vezes por motivos idiotas como pular bem dentro dos buracos que estavam na minha frente.

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